Vinte terroristas do Abu Sayyaf são mortos nas Filipinas

Vinte membros do grupo islâmico Abu Sayyaf, que figura na lista dos Estados Unidos de organizações terroristas vinculadas à Al-Qaeda, e seis integrantes da Marinha filipina morreram num combate na ilha de Jolo, no sul do país, informaram fontes militares. Os rebeldes mortos fazem parte dos cerca de 200 combatentes que protegem o chefe do Abu Sayyaf, Khadafi Janjalani, e dois dos terroristas mais procurados do Sudeste Asiático, os indonésiosDulmatin e Umar Patek. Fontes do comando militar de Zamboanga, cidade de Mindanao cerca de 890 quilômetros a sul de Manila, informaram que o combate aconteceu durante a madrugada de segunda-feira, na ilha de Jolo, naárea de Patikul. O chefe da Terceira Brigada de Fuzileiros da Marinha, o general Juancho Sabban, informou que 25 de seus homens se infiltraram entre os rebeldes. "Quando perguntei a que distância tinham chegado, responderam que estavam a apenas cinco metros do inimigo", contou Sabban. O militar acrescentou que entre os rebeldes mortos podem estar comandantes de categoria média e lugares-tenentes. O Exército classificou o confronto como um dos maiores desde 1º deagosto, quando começou uma grande operação em Jolo para neutralizar Janjalani, Dulmatin e Patek. O governo dos Estados Unidos oferece US$ 10 milhões pela captura de Dulmantin e US$ 1 milhão pelos outros dois terroristas. Dulmantin e Patek, membros da organização terrorista JemaahIslamiya, considerada o braço da Al-Qaeda no Sudeste Asiático, são procurados pelos atentados na ilha de Bali, na Indonésia, em 12 deoutubro de 2002, que mataram 202 pessoas.

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