Violência causa mais mortes na Faixa de Gaza

Um agente palestino de segurança foi mortos por soldados israelenses em Rafah, no extremo sul da Faixa de Gaza, informam fontes hospitalares. Samir Khafaja, de 27 anos, andava pela rua quando foi alvejado por disparos de metralhadora, efetuados de um posto militar israelense na fronteira entre Gaza e o Egito. Dois agentes de segurança palestinos ficaram feridos no incidente. Uma fonte militar israelense alegou que os soldados abriram fogo contra "três figuras suspeitas". Ainda na Faixa de Gaza, um trabalhador tailandês morreu e dois ficaram feridos quando um assentamento judaico foi atingido por projéteis aparentemente disparados por militantes palestinos, revelou outra fonte hospitalar.Ao todo, 13 projéteis foram disparados contra alvos militares israelenses e assentamentos judaicos de Gaza, informou o Exército. Não há informações sobre mais vítimas nesses episódios. No campo de refugiados de Khan Younis, o Exército israelense demoliu oito casas sob a alegação de que eram usadas como base para ataques contra Israel. Na Cisjordânia, soldados israelenses posicionados na cidade palestina de Hebron demoliram mais duas casas e interditaram o escritório de uma entidade beneficente. As casas demolidas pertenciam a parentes de dois supostos membros do grupo islâmico Hamas. O escritório interditado pertence à entidade beneficente Dawa. Israel acusa o grupo de funcionar como fachada para o Hamas e fornecer "assistência financeira a terroristas detidos e a parentes de militantes suicidas".

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