Carlo Allegri/Reuters
Carlo Allegri/Reuters

Vírus reaparece e força Nova Zelândia a adiar eleição legislativa 

Votação ocorrerá em 17 de outubro, um mês após o previsto; país de 4,8 milhões de habitantes teve 22 mortes pelo vírus e 1,6 mil infectados

Redação, O Estado de S.Paulo

16 de agosto de 2020 | 21h50

WASHINGTON - A premiê da Nova Zelândia, Jacinda Ardern, anunciou neste domingo, 16, que um novo surto de covid-19 provocou o adiamento das eleições legislativas no país, considerado uma referência no controle da doença. A votação ocorrerá em 17 de outubro, um mês após o previsto.

O país de 4,8 milhões de habitantes teve 22 mortes pelo vírus e 1,6 mil infectados. Antes do último surto, o arquipélago havia passado 102 dias sem transmissão comunitária conhecida do vírus, e a vida havia voltado ao normal para a maioria das pessoas, que iam a restaurantes, estádios esportivos e escolas sem medo de se infectar.

Os únicos casos conhecidos foram os de viajantes que retornaram e foram colocados em quarentena na fronteira. As autoridades ainda não descobriram como o vírus foi reintroduzido no país. 

A premiê disse que não pensa em adiar a eleição novamente. Pesquisas de opinião indicam que o Partido Trabalhista, de Ardern, é o favorito para ganhar um segundo mandato.

Os partidos de oposição vinham pedindo o adiamento após o governo colocar Auckland em lockdown por duas semanas, com 49 novos casos da doença sendo registrados no local. Isso interrompeu campanhas na maior cidade da Nova Zelândia. / AFP e AP

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