Visita de Dilma marca mudança diplomática

A Casa Branca estenderá o tapete vermelho para a presidente Dilma Rousseff em outubro. A visita marcará o primeiro jantar de gala de Barack Obama em seu segundo mandato, um reconhecimento diplomático da influência crescente do Brasil e a volta para o centro da política externa brasileira no governo Dilma.

CENÁRIO: Marco Sibaja / AP, O Estado de S.Paulo

31 Maio 2013 | 02h05

Seu antecessor, Luiz Inácio Lula da Silva, apoiou o governo iraniano de Mahmoud Ahmadinejad e o do venezuelano Hugo Chávez. "Não é que Dilma tenha estreitado laços com os EUA, mas agora o Brasil tem uma política externa menos ambiciosa e uma atitude menos desafiante em relação aos EUA, diferente do período Lula", diz Michael Shifter, presidente do grupo Diálogo Interamericano, de Washington. "A retórica mais suave do Brasil em nível global abriu espaço para uma cooperação maior com Washington", afirma.

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