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Visita de japoneses a templo e movimentação em ilhas acirram tensões

As tensões entre o Japão e outros países asiáticos se intensificaram por causa de uma visita de parlamentares japoneses a um templo visto pela China e pela Coreia do Sul como um símbolo do passado militarista do Japão, e pelo incidente no qual patrulhas marítimas chinesas perseguiram nacionalistas japoneses nos arredores de ilhas disputadas.

KAORI KANEKO, Reuters

23 de abril de 2013 | 11h44

Pequim protestou contra a presença de cerca de 80 ativistas japoneses em dez barcos nas águas próximas às ilhotas desabitadas do mar do Leste da China, chamadas de Senkaku pelo Japão, e de Diaoyu pela China.

"A respeito da entrada ilegal de ativistas de direita nas águas das ilhas Diaoyu, que está causando problemas, a chancelaria chinesa apresentou severas representações ao Japão, e protestou fortemente", disse Hua Chunying, porta-voz da chancelaria, a jornalistas.

O Japão também protestou contra o que descreveu como uma intrusão de oito embarcações chinesas de patrulha nos arredores das ilhas, onde há interesses pesqueiros e energéticos.

Pressionado por parlamentares, o primeiro-ministro japonês, Shinzio Abe, disse que o Japão não permitirá que os chineses desembarquem nas ilhas. Segundo Abe, "seria natural expulsá-los".

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