Vítimas de ataque a trem na Rússia lotam hospital

Famílias desesperadas lotavam, hoje, os corredores do hospital de Yessentuki, uma cidade turística no sul da Rússia, tentando reconhecer parentes entre os feridos do ataque suicida à bomba em um trem ontem, numa ação que parece calculada para estabelecer o pânico antes de eleições parlamentares.A poderosa explosão matou 42 e feriu 200, a maioria estudantes tão desfigurados que mesmo os pais não conseguiam reconhecê-los.Entre eles, estava Marina Tishtsenko, cujo filho, Oleg, teve a façe queimada de um lado e destruída do outro. ?O doutor disse que ele ficará bem?, ela dizia, sacudindo a cabeça como se não estivesse muito certa disso.Outras vítimas, no quarto, tinham perdido pedaços do corpo e quebrado ossos quando a bomba, que deve Ter sido detonada por um suicida, explodiu quando o trem estava entrando na estação, a 1.200 quilômetros ao sul de Moscou. A hora de movimento de pico, na região próxima à rebelde Chechênia, parece ter sido calculada para atingir o maior número possível de pessoas.O trem estava a cerca de 500 metros da estação de Yessentuki e policiais disseram que muitos passageiros eram estudantes das escolas e universidades locais.As autoridades já identificaram 30 dos mortos e ainda 151 pessoas hospitalizadas,

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