Voluntárias seqüestradas na Somália desembarcam na Espanha

Argentina e espanhola funcionárias da ONG Médicos Sem Fronteiras foram libertadas na quarta-feira

Efe,

04 de janeiro de 2008 | 09h31

A médica espanhola Mercedes García e a enfermeira argentina Pilar Bauza, da Médicos sem Fronteiras (MSF), chegaram nesta sexta-feira, 4, à Espanha após terem sido liberadas nesta quarta-feira na Somália, onde ficaram seqüestradas por uma semana. Foto: AP As duas voluntárias chegaram à base aérea militar de Torrejón de Ardoz, em Madri, onde foram recebidas pelos ministros espanhóis de Assuntos Exteriores, Miguel Ángel Moratinos, e da Defesa, José Antonio Alonso.  As integrantes da MSF chegaram em um avião Falcon-900 da Força Aérea Espanhola junto com a Secretária de Estado de Cooperação Internacional do país europeu, Leire Pajín, que na última terça-feira viajou a Nairóbi (Quênia) para acompanhá-las em sua viagem de volta. Na chegada, um psicólogo e cinco parentes de Mercedes García entraram no avião antes do desembarque das duas voluntárias. O presidente espanhol, José Luis Rodríguez Zapatero, falou pessoalmente com a médica durante o vôo. O governante disse ter ouvido da ex-refém que ela se encontra em bom estado de saúde, mas cansada após oito dias de reclusão com um grupo armado da Somália. Mercedes e Pilar foram seqüestradas em 26 de dezembro por um grupo armado na região da Puntland, e tanto os governos da Espanha como da Argentina negaram que tivessem pago resgate para que fossem libertadas.

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