Vulcanólogos preveem que Mayon entre em erupção nas próximas 2 semanas

Quando acontecer a explosão, o monte expulsará uma coluna de fumaça e cinza de 10 quilômetros de altura, mas o instituto adverte que o maior risco não é este, mas os escombros e lava que se

EFE

20 de dezembro de 2009 | 03h30

A atividade do vulcão Mayon na região central das Filipinas continua em aumento e seguramente entrará em erupção nas próximas duas semanas, informou neste domingo o Instituto de Vulcanologia e Sismologia do país (Philvolcs).

 

Quando acontecer a explosão, o monte expulsará uma coluna de fumaça e cinza de 10 quilômetros de altura, mas o instituto adverte que o maior risco não é este, mas os escombros e lava que se acumulam nas saias do Mayon.

 

As autoridades lembram que em 2006, a última erupção do vulcão não causou vítimas fatais, mas deixou uma grande acumulação de restos que depois se transformaram em barro pelas chuvas e arrastados por um tufão, soterraram 1.300 pessoas na cidade de Legazpi e arredores.

 

O Philvolcs elevará para o nível 4 o alerta enquanto forem registradas mais explosões no interior do monte, enquanto o rio de lava já alcança quatro quilômetros de comprimento e as colunas de cinza superam os dois quilômetros de altura.

 

A pior de suas 45 erupções conhecidas foi em 1814, quando causou a morte de 1.200 pessoas e enterrou a cidade de Cagswa, batizada de "Pompéia filipina" e onde apenas a torre da igreja se salvou.

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