Wal-Mart violou direitos de funcionários, diz Comitê

O Comitê Nacional das Relações de Trabalho (NLRB, na sigla em inglês) disse nesta segunda-feira estar preparado para receber as reclamações trabalhistas contra a rede de supermercados Wal-Mart. As acusações alegam que a empresa violou o direito de protesto dos trabalhadores.

Agência Estado

19 de novembro de 2013 | 04h24

O conselho geral da instituição afirma que algumas das alegações merecem atenção, inclusive aquelas que culpam o Wal-Mart por ameaças e demissões de empregados envolvidos em greves e protestos considerados legais.

A empresa negou as acusações. "Nós discordamos dessa posição", disse o porta-voz Kory Lundberg. "Esse é apenas um passo processual e nós vamos buscar nossas opções para defendermos o grupo porque acreditamos que nossas ações foram legais e justificadas", ele acrescentou.

O desentendimento entre a Wal-Mart e o sindicato dos trabalhadores do setor comercial e de alimentos se intensificou no ano passado, na época do feriado de Ação de Graças, quando os funcionários organizaram uma greve. Em novembro, a empresa apresentou uma acusação na NLRB para impedir os trabalhadores de protestar em frente às lojas no feriado e conseguiu chegar a um acordo com o sindicato. Fonte: Dow Jones Newswires.

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