Washington vê Pequim como superpotência emergente

Os Estados Unidos não têm intenção de conter a emergência da China e precisam da cooperação do país para enfrentar vários temas globais fundamentais, afirmou ontem o presidente norte-americano, Barack Obama, em seu primeiro dia de visita ao país asiático. As declarações trazem o reconhecimento tácito de que a China é a grande potência emergente do mundo.

AE, Agencia Estado

17 Novembro 2009 | 10h05

"Nós damos as boas-vindas à China como um forte, próspero e bem-sucedido membro da comunidade de nações", afirmou Obama. Ao mesmo tempo, ele reconheceu que "há poucos desafios globais que podem ser resolvidos sem um acordo entre EUA e China".

No encontro de uma hora que teve com estudantes em Xangai, o norte-americano citou os três adjetivos que devem caracterizar o relacionamento entre os dois países sob a ótica dos EUA: positivo, construtivo e abrangente.

Horas antes de jantar com o presidente Hu Jintao, Obama ressaltou que Washington e Pequim não estão predestinados a ser adversários e devem construir uma parceria para lidar com problemas globais, entre os quais a recuperação econômica, o desenvolvimento de energia limpa, a não proliferação nuclear e a promoção de paz e segurança na Ásia e no mundo. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

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