, O Estadao de S.Paulo

17 de março de 2010 | 00h00

Uma espiadinha na história dos EUA

Fanáticos pela política americana ou difamadores em busca de uma imagem do homem mais poderoso do mundo têm a partir de hoje 23 anos de gravações para ocupar-se. O site www.c-spanvideo.org coloca na web vídeos dos cinco últimos governos dos EUA. Grátis.

TECHNOLOGY REVIEW

Uma vez PET, para sempre PET

Uma garrafa PET pode ser transformada em uma roupa, um tapete e milhares de outras coisas, exceto uma nova PET. Pelo menos não até agora. Os pesquisadores da IBM e de Stanford encontraram um modo de romper as moléculas quimicamente a 75ºC e gerar garrafas iguais às originais. Hoje, a técnica mais usada para reciclar uma PET é lavá-la e moldá-la mecanicamente até que ganhe a forma de produtos de qualidade inferior, como uma sacola. Novos testes serão feitos em larga escala, para baratear o processo. Há chance até de se conseguir um plástico mais valioso que o original.

HAARETZ

Árabes-israelenses

enfrentam preconceito Entre os empregadores israelenses, 86% pensam que há árabes-israelenses capazes de preencher postos de gerência, mas 73% admitem que preferem não contratá-los. É o que mostra uma série de reportagens sobre a minoria árabe-israelense, que compõe 20% da população de Israel. As principais barreiras apontadas para os árabes são o pouco número de horas trabalhadas pelas mulheres e a escassa integração por causa das diferenças culturais com os judeus.

CHRISTIAN SCIENCE

Scanners de aeroporto, uma afronta ao Islã?

Primeiro, eles foram considerados indiscretos. Agora, passageiros muçulmanos dizem que atentam contra os ensinamentos do Islã. O alvo das reclamações são os scanners de aeroportos, capazes de mostrar o que o passageiro leva sob a roupa - seja uma arma, alguns quilos a mais ou atributos que a religião manda esconder. Quem não estiver disposto a ser despido eletronicamente pode usar uma esteira com detector de metais ou submeter-se à antiga revista íntima.

DER SPIEGEL

Armas nucleares com novo prazo de validade

Há alguns dias, o governo da Alemanha pediu formalmente ao dos EUA que removesse as armas nucleares estocadas em território alemão desde o início da Guerra Fria. A resposta não veio oficialmente, mas, ao que tudo indica, é pior que um "não". O Departamento de Energia americano acaba de pedir ao Congresso um aporte de US$ 2 bilhões (R$ 3,5 bilhões) no orçamento. O destino do dinheiro é "modernizar" os velhos modelos de armamentos nucleares dos EUA - incluindo as 200 unidades que estão armazenadas em cinco países europeus, entre eles a Alemanha.

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