, O Estado de S.Paulo

09 de abril de 2010 | 00h00

Livros digitais piratas superam as fotocópias

A indústria editorial espanhola fez as contas e percebeu que tem mais prejuízo com a pirataria de livros digitais do que com as fotocópias em papel. Enquanto as obras espalhadas pela web deram no ano passado um prejuízo de 150 milhões de euros (R$ 356 milhões) às editoras locais, as velhas cópias em papel foram responsáveis por perdas de 100 milhões de euros (R$ 237 milhões). O levantamento leva em consideração as línguas mais faladas no país: o espanhol, o catalão, o basco e o galego. O alvo principal da pirataria digital coincide com o das fotocópias: o livro universitário. A reprodução de textos na web levou à queda na venda de obras acadêmicas e contribuiu para que o país ocupe o primeiro lugar na descarga ilegal de produtos culturais na União Europeia. A perda da indústria espanhola com pirataria em geral é estimada em 1,4 bilhões de euros (R$ 3,3 bilhões). Uma comissão formada pelas editoras encontrou cerca de 200 páginas especializadas apenas em pirataria digital de livros na internet.

THE NEW YORK TIMES

Contra a depressão, fique acordada

Em vez de tomar pílulas, ficar acordada. Essa é a melhor solução para mães que sofrem de depressão pós-parto, dizem neurocientistas americanos. Segundo o especialista Terry Sejnowski, pelo menos 75 estudos comprovam que uma parte do cérebro hiperativa tende a se acalmar quando estas mães conseguem ficar acordadas metade da noite. Um efeito parecido ao dos antidepressivos que poderia se aplicar também a homens e a outros tipos de depressão.

LA NACIÓN

Elas são mais liberadas na publicidade

Mulheres independentes, sensuais e competitivas ficam bem nas propagandas e pôsteres publicitários, mas não vendem como se supõe. Isso porque boa parte das compradoras de carne e osso não se enquadra neste estereótipo "moderno". Na Argentina, as mulheres representam 51% do mercado e fazem 80% das compras. Elas põem mais a mão no bolso, mas demoram mais para decidir o que comprar. O mais importante: tem perfil diferente entre si.

BBC

Ciência explica luz vista por quem quase morre

A luz brilhante descrita por quem chega perto da morte pode não ser um chamado divino. Cientistas eslovenos garantem tratar-se apenas de dióxido de carbono em excesso no sangue. A conclusão tem como base exame feitos em 52 pacientes com problemas do coração, 11 dos quais relataram ter visto túneis, luzes e flashes quando estiveram a ponto de morrer. Na Grã-Bretanha, outra experiência mística controvertida está sendo estudada. Pessoas que dizem sair do corpo são interrogadas sobre objetos colocados em seus quartos, mas que só poderiam ser vistos desde o alto.

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