, O Estado de S.Paulo

16 de abril de 2010 | 00h00

Americanos não podem mais adotar russos

Uma semana depois de uma enfermeira americana devolver o filho adotivo de 7 anos sozinho, num voo só de ida para a Rússia, veio uma dura resposta diplomática. Os russos decidiram suspender todas as adoções para famílias dos EUA até que ambos países entrem em acordo. O menino Artyom Savelyev chegou sozinho ao aeroporto de Moscou, portando uma carta datilografada com um pedido para que as autoridades russas anulassem a adoção. O argumento era o de que a criança era "mentalmente instável". O chanceler Serguei Lavrov classificou de "mais do que imoral" o tratamento dado ao garoto. A Rússia é a terceira origem de crianças estrangeiras adotadas nos EUA.

ART NEWS

Um novo Michelangelo em Nova York?

Sem gastar nada, o Metropolitan Museum de Nova York quer atrair visitantes com um novo Michelangelo. Uma análise detalhada mostra que um quadro atribuído ao renascentista Francesco Granacci seria do pintor da Capela Sistina. Não se sabe o novo valor da obra, hoje avaliada em US$ 150 mil.

THE NEW YORK TIMES

Mensagens no Twitter vão virar história

Geniais ou medíocres, as frases de até 140 caracteres que alimentam o Twitter ganharão um arquivo de respeito. O Congresso Americano armazenará todas as mensagens públicas postadas desde 21 de março de 2006, data em que a primeira foi enviada. O microblog recebe 55 milhões de sentenças diariamente.

REUTERS

Afegãos ganham para destruir o próprio ópio

Agricultores afegãos estão destruindo cada hectare de papoula que plantaram em troca de US$ 300. O pagamento é a estratégia dos EUA para atacar, sem sujar as mãos, a fonte do ópio que se transforma em heroína e financia terroristas. Cerca de 90% da heroína mundial vem do ópio afegão. Agricultores ganham mais no mercado da droga, mas aceitam o acordo porque depois da colhido o produto corre risco de ser confiscado.

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