Websfera

THE GUARDIAN

, O Estado de S.Paulo

24 Maio 2010 | 00h00

Não dá remorso soltar uma bomba atômica

Aos 89 anos, Theodore van Kirk, o último dos 12 tripulantes do avião Enola Gay, dorme sem problemas. No dia 6 de agosto de 1945, ele era o navegador na missão que jogaria a bomba atômica "Little Boy" sobre Hiroshima. "Nas mesmas circunstâncias, faria de novo. Quem sabe quando a guerra teria acabado?", questiona. Morreram 200 mil japoneses, mas Van Kirk, não liga para números. "Não encontrei jeito de entrar numa guerra sem matar pessoas. Se houver algum, me conte", afirma. Em visita a Nagasaki, ele tampouco se impressionou com a cidade arrasada três dias depois de Hiroshima. "O estrago não é diferente de uma bomba convencional. Só muda o alcance. Não senti nada, foi só uma viagem ao Japão."

FOREIGN POLICY

Busca-se um líder para o serviço de inteligência Os americanos estão procurando o melhor nome para substituir Dennis Blair como diretor nacional de inteligência, mas a resposta pode ser simples: "ninguém". Analistas argumentam que a função foi um erro do governo do então presidente George W. Bush, pois o posto tem mais poderes no papel do que de fato.

THE NEW YORK REVIEW

Nos EUA, jovens judeus "rejeitam" Israel

Um pesquisador se impressionou em 2003 com um grupo de jovens judeus dos EUA que se referia aos israelenses como "eles". Nos últimos anos, pesquisas mostraram que a ligação com Israel é mínima entre os não-ortodoxos. A conclusão dos analistas: jovens têm aversão a seguir o pensamento de um grupo.

CS MONITOR

Bichos aparecem no cardápio de zoo chinês

Antílopes, cangurus, crocodilos e hipopótamos. Todos podem ser encontrados tanto nas jaulas como no restaurante do zoo de Pequim. Fritos, cozidos ou ao vapor, as iguarias aparecem no cardápio e não há nada ilegal. As espécies não estão ameaçadas. Ainda assim, alguns visitantes se espantam. "Trazemos as crianças para que sejam boas com os bichos. Como conseguimos isso depois de comê-los?", questionou um visitante.

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