Rodrigo Cavalheiro, O Estado de S.Paulo

09 de julho de 2010 | 00h00

Rainha aperta o cinto para manter a coroa

As goteiras do Palácio de Buckingham continuarão lá nos próximos anos. A reforma do teto está entre os cortes anunciados pela rainha Elizabeth II, que reduzirá 25% do orçamento real para ajudar a economia do país. A monarca congelará salários e demitirá parte das 1.400 pessoas que a servem. Os primeiros a perder o emprego devem ser o gaiteiro que toca sob sua janela pelas manhãs e o encarregado de contar seus cisnes. Durante grandes crises aumentam as críticas à monarquia, que consumiu US$ 56 milhões em 2009. "Ela não está economizando nada porque o dinheiro não é dela", dizem os antimonarquistas. Apesar das críticas, a rainha tem fama de pão-dura: costuma apagar a luz dos corredores à noite.

THE NEW YORK TIMES

US$ 180, a propina média no Afeganistão

No Afeganistão, obter passaportes, documentos ou assistência médica depende de subornos na casa dos US$ 180. Um quadro que não parece perto de ser revertido. Em 2009, cerca de US$ 1 bilhão foi pago em propina, o dobro de dois anos atrás. O Estado débil dá força a poderes paralelos, neste caso ao Taleban.

EXAMINER

Alerta sobre clima não foi exagerado

Depois de seis meses de investigação, os cientistas que alertaram o mundo sobre o aquecimento global permanecem "limpos". Acusações de que eles teriam sido alarmistas deram origem ao chamado "Climategate", mas não foram provadas. A única crítica foi a de que eles poderiam ser mais abertos a outras opiniões.

NEW YORK MAGAZINE

Como ser demitido em 140 caracteres

Foram necessários menos de 140 caracteres para Octavia Nasr acabar com 20 anos de carreira na CNN. A jornalista foi demitida após elogiar no microblog Twitter o clérigo xiita Mohammed Fadlallah, morto no domingo. "Saudei sua posição com as muçulmanas. Ele permitiu que a mulher batesse no marido se fosse atacada primeiro", tentou remediar Octavia. Fadlallah, conhecido por ser anti-EUA, era ligado ao Hezbollah.

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