Rodrigo Cavalheiro, O Estado de S.Paulo

19 de julho de 2010 | 00h00

Suicídios de militares dos EUA batem recorde

Em junho, 32 militares americanos se mataram. Desde a guerra do Vietnã, não havia um mês com tantos suicídios nas Forças Armadas dos EUA. Entre os mortos, 21 estavam na ativa (sete no Afeganistão e sete no Iraque). Os outros 11 estavam na reserva ou na Guarda Nacional. As estatísticas devem colocar 2010 no topo do ranking de suicídios das últimas décadas, o que levou o comando militar a agir. A principal medida é um vídeo difundido internamente, no qual militares que passam por acompanhamento psicológico dão depoimentos. "Nunca vou tirar minha vida", dizem. Nos seis primeiros meses do ano, houve 145 suicídios entre militares americanos, o que coloca o país no caminho do recorde de 2009: 245 mortes.

ABC

Poligamia, arma contra as solteiras sauditas

Uma campanha conservadora na Arábia Saudita quer estimular a poligamia para reduzir o número de "solteironas" e coibir uniões de mulheres sauditas a estrangeiros. Os mais jovens se opõem à campanha, sob o argumento de que só elevaria a alta taxa de divórcios (25%), dos quais 60% ocorrem no primeiro ano.

WALL STREET JOURNAL

Uma pechincha de US$ 100 milhões

Casa com 23 banheiros e 13 camas, ao lado de Orlando, na Flórida. Área de 8,3 mil metros quadrados. Único dono. Preço: US$ 100 milhões, uma pechincha para a maior mansão dos EUA. O problema da casa (os donos faliram na metade da construção) não é grave. Multimilionários personalizam mesmo suas mansões.

EL PAÍS

Espanha quer proibir anúncios de prostitutas

Anúncios de prostituição têm os dias contados nos classificados da Espanha. O governo alega que a publicidade contraria o esforço para reduzir diferenças entre homens e mulheres e estimula o tráfico de pessoas, negócio que rende às máfias US$ 7 milhões por ano. Anúncios relacionados a sexo ocupam 60% do espaço nos classificados dos grandes jornais espanhóis e rendem à imprensa local 40 milhões de euros por ano.

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