, O Estado de S.Paulo

30 de julho de 2010 | 00h00

Seguradoras lucram com soldados mortos

Um pacote chegou para Cindy Lohman por correio, uma semana depois que seu filho Ryan morreu no Afeganistão, aos 24 anos. A correspondência trazia uma espécie de talão de cheques e uma carta da seguradora a serviço do Departamento de Veteranos, cujo texto alertava que ela tinha direito a US$ 400 mil. Seis meses depois, ao tentar usar as folhas, não conseguiu. Descobriu que o dinheiro depositado em uma conta corrente "para sua conveniência" não estava disponível. Ficava à disposição da seguradora, que investia o dinheiro nas aplicações mais lucrativas. "É um traição. Existe algo mais baixo que isso?", disse Cindy. Mais de mil americanos já morreram em combates no Afeganistão.

BBC

Mercado indeniza criança por difamação

Um menino de 6 anos acusado de tentar roubar um pacote de batatas fritas em um supermercado da Irlanda ganhou uma indenização de R$ 17,2 mil por difamação. De acordo com o jornal irlandês Irish Times, em junho do ano passado, ele foi puxado pelo braço pelo funcionário enquanto fazia compras com sua mãe.

MSNBC

Tonga reforça tropas da Otan no Afeganistão

Tonga, país da Polinésia, mandará a pedido da Grã-Bretanha 275 soldados ao Afeganistão. Trata-se de uma espécie de aluguel. Tonga receberá dos britânicos US$ 4 milhões no primeiro ano. O premiê local disse estar feliz por ajudar, já que o Afeganistão "parece mais seguro que o Iraque".

THE NEW YORK TIMES

Boda muda tráfego aéreo em Nova York

Por 12 horas, nenhum avião voará abaixo dos 2 mil pés em Nova York no próximo fim de semana. A razão não é um encontro de chefes de Estado, mas um casamento. Mais exatamente, o de Chelsea, filha da secretária americana de Estado, Hillary Clinton, e do ex-presidente Bill Clinton. O objetivo da proibição, das 15 horas de sábado às 3 horas de domingo, é garantir a segurança dos convidados e, por tabela, afastar os paparazzi.

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