, O Estado de S.Paulo

15 de setembro de 2010 | 00h00

China quer frear influência de Hollywood

A China decidiu investir pesado em cinema, setor com que há décadas seu principal rival global, os EUA, mantém influência em todo o mundo. As iniciativas para rivalizar com Hollywood vão desde multiplicar o número de salas de projeção (uma estratégia para também diminuir a difusão de DVDs piratas) até liberar financiamento para a produção de filmes locais. Segundo diretores chineses, os filmes chineses puderam ter orçamentos seis vezes maiores no último ano. Algumas produções chegaram a ter custo 20 vezes maior que o usual. Se o idioma não permite que as películas se tornem blockbusters, o aumento da produção ao menos permitiria ao governo manter o controle sobre o que assiste a própria população.

EL PAÍS

França punirá quem paga menos a mulheres

A boa notícia: com a reforma do sistema de pensões da França, empresas que paguem menos a mulheres pela mesma tarefa serão multadas. A ruim é que elas, antes de aposentar, precisarão trabalhar para compensar o tempo das licenças maternidade. Só assim fecharão o período de contribuição para a previdência social.

EL MUNDO

Resgates da Espanha sustentam Al-Qaeda

A Espanha é o país que mais gastou dinheiro para libertar cidadãos capturados pelo grupo da Al-Qaeda no Magreb Islâmico. Foram 8 milhões, fato não admitido pelo governo. Em segundo lugar está a Itália, que teria gasto 3,6 milhões por seus reféns, e em terceiro, a Áustria, que desembolsou 2,5 milhões.

FRANCE PRESSE

Maria Antonieta passa por plástica

A pedido de um estilista francês, um cirurgião adaptou o rosto de Maria Antonieta, decapitada em 1793, ao gosto atual de franceses, americanos e russos. A cabeça de gesso francesa se parece à original. A americana tem nariz reto e lábios com botox. A russa tem maçãs do rosto proeminentes e boca grossa. As cabeças, com peruca e maquiagem, levaram três meses para ser concluídas. Estão expostas em Paris, na mostra A Tirania da Beleza.

ASIÁTICAS

40%

dos famintos do mundo estão na Índia ou na China, segundo as Nações Unidas

2,4 bilhões é população dos dois países. A China tem 1,3 bilhão de habitantes, e a Índia, 1,1 bilhão

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