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TIME

, O Estado de S.Paulo

23 de agosto de 2010 | 00h00

"Meio vegetarianos" ganham força nos EUA

Preocupado com a influência da criação de animais sobre o aquecimento global, mas incapaz de resistir a um pedaço de picanha? Nos EUA, pessoas nessa situação engordam o movimento dos "meio vegetarianos" ou "flexitarianos". Uma vez engajados, elas se comprometem a não comer carne em algum dia da semana ou por algum tempo determinado. A moderação, segundo o grupo, os leva a convencer mais gente a fazer o que o movimento julga essencial: comer menos carne. Como é mais fácil conseguir colaboradores do que "puristas", no fim das contas, menos animais são abatidos e o planeta sai ganhando. Ambientalistas estimam que 18% dos gases nocivos à Terra estejam relacionados ao consumo de carne.

EL PAÍS

Xangai faz lista com as melhores universidades

Nenhuma das melhores 200 universidades do mundo é espanhola. Entre as 10 primeiras há oito americanas e duas inglesas (Oxford e Cambridge). Harvard lidera. A Universidade de Xangai, que organiza a lista, valoriza instituições que investem em pesquisa, têm ganhadores do Nobel e artigos com mais citações.

THE GUARDIAN

Banda feminina desafia ditadura em Mianmar

A junta militar de Mianmar exige que toda música produzida no país passe por uma triagem. Se falar de política ou tiver viés "antiautoritário", é censurada. Para o grupo The Tiger Girls, o primeiro formado por mulheres, o problema não são as letras, mas o estilo "ocidental". Elas se inspiram nas britânicas Spice Girls.

THE GUARDIAN

Sul-coreanos bloqueiam Twitter de rivais

A Coreia do Sul bloqueou o acesso a uma conta de Twitter com a qual o governo norte-coreano conseguiu 8 mil seguidores em poucos dias. Os tweets teriam "informação ilegal, que elogia, promove e glorifica a Coreia do Norte", algo proibido pela lei de segurança nacional sul-coreana. O país vetou também o acesso a 65 sites com conteúdo favorável à Coreia do Norte, mesmo os atualizados por internautas na Coreia do Sul.

CUBANAS

60%

das terras cultiváveis em Cuba permanecem sob controle estatal

30%

dos alimentos vêm de fazendas e cooperativas estatais na ilha

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