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NOVA CHINA

, O Estado de S.Paulo

24 de agosto de 2010 | 00h00

Engarrafamento chega ao fim após 9 dias

Tudo na China ganha proporções gigantescas, até o trânsito. Na Rodovia Nacional 110, mais conhecida como estrada Pequim-Tibete, uma das entradas da capital chinesa, um engarrafamento de 100 quilômetros terminou ontem após nove dias. O transtorno começou no dia 14 e foi causado por uma combinação de excesso de caminhões, obras na pista e uma série de pequenos acidentes e carros avariados. De acordo com o jornal estatal Global Times, o engarrafamento fez florescer uma mini-economia à beira da estrada, com a venda de comida e bebida no local. "Uma sopa instantânea está custando quatro vezes mais", reclamou um caminhoneiro, que disse não ter outra opção a não ser embolsar o prejuízo.

HUFFINGTON POST

Venda de filmes pornôs mostra um novo Iraque

A imagem de uma mulher nua na capa de um DVD em Bagdá não deixa dúvida: um novo tempo chegou ao Iraque. Centenas de filmes pornográficos já podem ser encontrados no centro da capital. O público, como em qualquer parte do Ocidente, comporta-se da mesma maneira: comprando freneticamente.

DE VOLKSKRANT

Chuvas derrubam a árvore de Anne Frank

Uma castanheira gigante de 150 anos, que ficou famosa por inspirar Anne Frank quando ela se escondia dos nazistas em Amsterdã, caiu ontem por causa da chuva. "Ela se partiu como um palito de fósforos", disse a porta-voz do Museu Anne Frank, diante do qual ficava a árvore. A fachada do museu escapou ilesa à queda.

ASSOCIATED PRESS

Político japonês defende a pesca de golfinhos

Kazutaka Sangen é prefeito da cidade japonesa de Taiji, conhecida pela pesca de golfinhos. Sangen disse que sua comunidade não está sensibilizada com os apelos estrangeiros e o golfinho continuará a fazer parte da culinária local - um quilo da iguaria pode ser encontrado por cerca de US$ 20 nos supermercados da cidade. "Passaremos essa tradição para a próxima geração. Não estamos preocupados com as críticas."

CONGOLESAS

8.300 estupros foram registrados na República Democrática do Congo no ano passado

20 mil soldados fazem parte de uma missão da ONU que custa US$ 1,35 bilhão por ano. O

governo congolês exige o fim da missão, que teria fracassado em proteger a população civil

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