Rodrigo Cavalheiro, O Estado de S.Paulo

16 de setembro de 2010 | 00h00

Quadrinhos franceses ironizam Ingrid na selva

Ambiciosa, egoísta e traiçoeira. Assim a franco-colombiana Ingrid Betancourt é retratada em um livro que satiriza em quadrinhos seus seis anos em poder das Farc. Em 46 páginas coloridas, a personagem "Petancourt", refém das "Farce", em um país chamado "Colombin", rouba comida de outros reféns e mostra-se servil com os guerrilheiros. A imagem de Betancourt na Colômbia foi prejudicada por relatos de outros reféns e por sua decisão de pedir uma indenização milionária ao governo colombiano - da qual recuou. Segundo uma pesquisa de julho, 80% dos colombianos não simpatizam com a ex-candidata à presidência, que passa seu tempo entre Nova York e Paris.

NEWSWEEK

Brasil, bom caminho para automóveis

Com a queda na demanda nos EUA e os subsídios a ponto de acabar no Japão, a indústria automobilística vira seus faróis para o Brasil. Em 2003, o país era o 10.º mercado do mundo. Este ano, deve passar a Alemanha e tornar-se o 4.º. Até 2014, a demanda deve alcançar 4 milhões de novos veículos por ano.

THE GUARDIAN

Anúncio de médicos revolta McDonald"s

O hambúrguer na mão de um cadáver em um necrotério, imagem usada em uma publicidade paga por médicos americanos, não agradou à rede McDonald"s.No anúncio, os médicos, vegetarianos, associam o fast food ao colesterol alto e à hipertensão. A cadeia de lanches classificou o anúncio como ultrajante e injusto.

EXCELSIOR

Monarquia espanhola aperta o cinto

O primeiro sinal da crise foram as férias mais curtas dos reis na Ilha de Maiorca, no Mediterrâneo. Logo, veio a redução no salário de 140 empregados. A crise econômica que levou o governo espanhol a seguir a onda europeia da austeridade definitivamente atingiu o rei Juan Carlos e a rainha Sofía. O orçamento palaciano deste ano ficará em US$ 11,4 milhões, o mesmo de 2009. É a primeira vez que a Casa Real aperta o cinto.

AMERICANAS

8,9 milhões de americanos trabalham meio período por falta de oferta de empregos em tempo integral

330 mil

americanos passaram a trabalhar apenas parte do dia contra sua vontade em agosto

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