, O Estado de S.Paulo

20 de setembro de 2010 | 00h00

Para acalmar islâmicos,discoteca troca nome

Empresários ergueram na cidade espanhola de Múrcia uma discoteca na forma de mesquita, com minarete e tudo. Batizaram-na Meca. Logo vieram os protestos da comunidade muçulmana, principalmente pela internet - radicais islâmicos ameaçaram os dono e o site da discoteca foi alvo de um hacker. A solução mais prática foi fazer uma reforma e mudar o nome do lugar às pressas. "Tomamos a decisão para que as pessoas continuem vindo", disse um dos donos. Dizendo-se satisfeitos com as medidas, os representantes da comunidade muçulmana de Múrcia fizeram apelos para que não houvesse retaliação. O nome da discoteca foi trocado para a A Ilha. A torre da mesquita foi adaptada e virou um farol.

CNN

Larry King entrevista Ahmadinejad

A caminho dos EUA, onde participará da Assembleia-Geral da ONU, o presidente iraniano, Mahmoud Ahmadinejad, agendou uma entrevista com o apresentador Larry King. A conversa de uma hora vai ao ar na quarta-feira. King questionará o iraniano sobre americanos presos no Irã e o programa nuclear do país.

WALL STREET JOURNAL

Cidadania para quem chegou antes dos 15

Estrangeiros quem chegaram aos EUA até os 15 anos e completaram o colegial deverão ganhar permissão para viver seis anos no país e entrar para o Exército ou para a universidade. Depois disso, conseguiriam a cidadania. A proposta será defendida pelos democratas. Eles esperam que a ideia os ajude nas eleições de novembro.

THE INDEPENDENT

EUA discutem o que é ser rico no país

O presidente americano, Barack Obama, quer aumentar os impostos dos mais ricos, mas não há consenso sobre quem deveria entrar nesta categoria nos Estados Unidos. A proposta presidencial é atingir qualquer casal que ganhe mais de US$ 250 mil por ano. O analista Jack Cafferty discorda: "Este valor, se você vive em Manhattan, não é muito dinheiro. Mas em Fargo você provavelmente compra metade da cidade."

MEXICANAS

US$ 26 milhões

o Departamento de Estado americano cortou do combate ao narcotráfico no México por violações aos direitos humanos

US$ 1,4 bi

foi o valor da ajuda acertada em 2008 entre os dois países

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