, O Estado de S.Paulo

24 de setembro de 2010 | 00h00

Mulheres são maioria em governo suíço

Em uma votação transmitida pela televisão, o Parlamento da Suíça elegeu, na quarta-feira, a social-democrata Simonetta Sommaruga para o cargo de ministra no Conselho Federal. A decisão deu às mulheres a maioria no principal órgão executivo suíço pela primeira vez na história. Agora, são quatro ministras e três ministros de um total de sete. A escolha de Simonetta, de 50 anos, que toma posse em outubro, é um marco histórico em um país no qual as mulheres somente ganharam direito a voto, em nível regional, em 1959, e em nível federal apenas em 1971. Nas últimas três décadas, apenas seis mulheres haviam chegado a cargos ministeriais. Após a escolha, Simonetta foi aplaudida de pé pelos parlamentares.

EFE

Google lança nova ferramenta anticensura

O Google lançou uma nova ferramenta que permite saber quando um governo está bloqueando o tráfego em seu site de buscas para dissuadir a censura em certos países. A ferramenta identifica interferências e determina se elas são causadas por problemas técnicos ou provocadas por um determinado governo.

THE GUARDIAN

Envenenamento mata 200 crianças na Nigéria

Um relatório divulgado pelo Escritório de Coordenação de Assuntos Humanitários da ONU estima que mais de 200 crianças morreram em 2010 e outras 18 mil pessoas têm problemas de saúde por envenenamento com chumbo no norte da Nigéria por causa de uma súbita corrida por ouro e pelo contato com outros minerais.

SUL-AFRICANAS

20

rinocerontes morrem por mês na África do Sul, que tem 90% da população mundial do animal

US$ 140 mil

foi a fiança paga para libertar Dawie Groenewald, acusado de caçar rinocerontes - é a maior fiança da história do país

CNN

Estilista lança coleção de véus islâmicos

Uma estilista belga ganhou fama com uma coleção de véus islâmicos feita para mulheres modernas. As peças trazem detalhes inusitados, que os diferenciam dos hijabs tradicionais. "Já passou da hora de as pessoas entenderem que o hijab não é um símbolo de opressão, mas uma escolha da mulher", diz Fatima Rafiy, que criou a grife NoorD"Izar com sua sócia, Inge Rombouts, e aposta que o véu será usado até por mulheres não islâmicas.

Encontrou algum erro? Entre em contato

Comentários

Os comentários são exclusivos para assinantes do Estadão.

O Estadão deixou de dar suporte ao Internet Explorer 9 ou anterior. Clique aqui e saiba mais.