, O Estado de S.Paulo

19 de outubro de 2010 | 00h00

Como achar obras que os nazistas roubaram

Nazistas por muito tempo orgulharam-se das obras de arte que surrupiaram dos judeus durante a 2.ª Guerra. Agora, esses objetos e suas descrições foram digitalizados para permitir que os sobreviventes do Holocausto e seus parentes achem o que lhes foi roubado em países como Alemanha, França e Bélgica. Pinturas de Claude Monet e Marc Chagall estão entre as obras registradas no banco de dados, organizado pelo Museu do Holocausto de Washington e disponível gratuitamente. A lista inclui também objetos que foram parar, entre vendas e revendas, em grandes museus. Curadores acreditam que metade dos objetos confiscados pelos nazistas nunca voltou a seus donos.

BBC

Ladrão de chocolate perderá a mão no Irã

Um iraniano preso em maio foi condenado por roubar uma loja de doces. Provas definitivas da autoria foram encontradas em seu carro: US$ 900, luvas e - o mais comprometedor - chocolate. Como pena, ele perderá uma das mãos. Ladrões reincidentes são geralmente punidos com a mutilação.

EL PAÍS

Dependentes ganham 229 por esterilização

Usuários de drogas e álcool da Grã-Bretanha que aceitem se esterilizar receberão 229. O objetivo da rara oferta, feita pela ONG americana Project Prevention, é reduzir o número de crianças que vivem com pais viciados. Calcula-se que na ilha haja um milhão delas nessa situação. Nos EUA, a ONG já esterilizou 3.500 pessoas.

THE GUARDIAN

Britânicos reforçam defesa virtual

Cortes orçamentários têm atingido em cheio o Exército britânico. Tanto que a secretária de Estado americana, Hillary Clinton, já disse que teme ficar isolada no Afeganistão. Questão de prioridade. As medidas de austeridade não devem afetar as ações de defesa do governo na internet. Pelo contrário, a ideia é dar preferência a gastos em estratégias contra jihadistas e "nações hostis" que planejem ataques virtuais.

AMERICANAS

20%

dos estudantes de escolas públicas dos EUA são descendentes de hispânicos

8 milhões

é o número de graduados que os EUA pretendem formar a mais, anualmente, até 2020

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