, O Estado de S.Paulo

12 de novembro de 2010 | 00h00

Turquia esvazia cidades com rocha contaminada

A Turquia mandou construir moradias para abrigar a população de vilarejos declarados zonas de desastre por causa do alto índice de câncer entre os moradores. A região da Capadócia, no centro do país, é considerada uma maravilha geológica, com rochas talhadas naturalmente e cavernas que atraem 2 milhões de turistas ao ano. Após décadas de mistério, um médico descobriu que a doença estava relacionada ao contato dos moradores com um mineral raro chamado erionita, semelhante ao amianto. Como a rocha da região, formada por vulcões próximos, é macia e porosa, a inalação de fragmentos de erionita é comum, principalmente por mulheres que escovam as paredes das casas.

THE GUARDIAN

Sri Lanka faz operação contra cine pornô

Para prender atores envolvidos em filmes pornográficos que são distribuídos em escolas, a polícia do Sri Lanka obrigou seus investigadores a checar com atenção centenas de horas de gravações em vídeo. Foram identificados 80 mulheres e 3 homens, que podem ser multados e pegar até 6 meses

de prisão.

SAN DIEGO TRIBUNE

Chega aos EUA navio de cruzeiro incendiado

Depois de escapar de um incêndio no cruzeiro que faziam pelo Caribe, os 4,5 mil passageiros do navio Carnival Splendor chegaram ontem a San Diego, nos EUA. Ao atracar, já sem comida quente e banheiros limpos, eles receberam a promessa de devolução do dinheiro e um cruzeiro grátis. A empresa quer evitar processos.

WALL STREET JOURNAL

Indicador põe China à frente dos EUA em 2012

Em ao menos um indicador, o chamado PIB por paridade de poder aquisitivo (PPP), a economia da China deve passar a dos EUA em dois anos. Relatório do grupo Conference Board prevê que a China crescerá 9,6% em 2011 após subir 10% este ano. Os EUA crescerão 1,2% em 2011, diante dos 2,6% deste ano. O PPP indica o que é possível comprar por unidade monetária em cada país. Reflete o verdadeiro poder aquisitivo da população.

ASTRONÔMICAS

US$ 6,5 bi custará à Nasa lançar e controlar o telescópio que substituirá o Hubble

US$ 1,5 bi

foi o último aumento no preço da peça. Aos críticos, cientistas da Nasa disseram que são bons em fabricar telescópios, não em contas

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