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Xi Jinping vai a Londres para tentar estreitar laços comerciais com Grã-Bretanha

Líder chinês deve ir à Câmara do Parlamento de Westminster, a uma sessão de entrevistas com o premiê David Cameron e ainda se encontrará com o dirigente do partido de oposição

O Estado de S. Paulo

20 Outubro 2015 | 11h10

LONDRES - O presidente da China, Xi Jinping, começou nesta terça-feira, 20, sua visita de Estado à Grã-Bretanha. Ele contará com um recebimento ceremonial em Londres da rainha Elizabeth II, em meio a protestos feitos pro grupos defensores dos direitos humanos.

Manifestantes de organizações como Free Tibet, Anistia Internacional e outras têm se concentrado próximos à estátua de Jorge VI no parque de St. James, no centro de Londres, para denunciar as violações dos direitos fundamentais na China.

Os ativistas, ao lado de pessoas favoráveis ao governo chinês, acompanharam a passagem de Xi ao lado de sua esposa, Liyuan Peng, até o Palácio de Buckingham em uma moderna carruagem.

Ao chegar no território britânico, o líder chinês foi recebido pelo príncipe Charles e sua esposa, a duquesa da Cornualha. Em seguida, viu a Guarda Real da rainha, que oferecerá um banquete em seu palácio.

Nesta tarde, Xi deve ir à Câmara do Parlamento de Westminster. Sua agenda ainda inclui entrevistas com o primeiro-ministro britânico David Cameron e com o dirigente do opositor Partido Trabalhista, Jeremy Corbyn.

O programa de hoje contempla também um encontro a portas fechadas com Charles, com quem manteve uma relação difícil no passado em razão da amizade do príncipe com Dalai Lama.

A viagem de Xi tem como objetivo estreitar os laços comerciais entre China e Grã-Bretanha, ao mesmo tempo em que esta tenta fechar vários acordos milionários de investimentos chineses com empresas britânicas.

O ministro britânico das Relações Exteriores, Philip Hammond, disse hoje à emissora BBC que a Grã-Bretanha está estreitando as relações com a China, e espera que a viagem de Xi tenha como resultado a assinatura de acordos comerciais no valor de 30 milhões de libras. /EFE

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