Zelaya diz que teme ser assassinado em Honduras

O ex-presidente hondurenho, Manuel Zelaya, disse hoje que não pretende voltar ao seu país por temer ser assassinado. Zelaya afirmou que está em perigo porque "há pessoas que querem me liquidar e ainda estão vivas. E elas têm muito poder".

AE, Agência Estado

26 de março de 2011 | 18h32

Zelaya afirmou que alguns dos que querem matá-lo são poderosos empresários, mas não deu mais detalhes. Zelaya falou em entrevista à rádio Globo de Honduras.

Na última sexta-feira, um juiz da Suprema Corte do país arquivou três mandados de prisão contra ele, portanto o político poderia retornar ao país centro-americano sem o risco de ser preso.

Zelaya foi deposto em um golpe em junho de 2009. Ele chegou a retornar em segredo a Honduras e ficou hospedado na embaixada do Brasil em Tegucigalpa, mas deixou novamente o país e hoje vive na República Dominicana. As informações são da Associated Press.

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