Zimbábue nega que outro leão, chamado Jericho, tenha sido morto

No sábado, a Força de Proteção do Zimbábue havia informado que animal também tinha sido caçado

Estadão Conteúdo

02 de agosto de 2015 | 10h53

Autoridades da vida selvagem do Zimbábue negaram que outro leão, chamado Jericho, tenha sido morto na região. No final do mês de julho, o leão mais popular do país, Cecil, foi morto por um caçador. Segundo o órgão regulador da vida selvagem do Zimbábue (ZPWMA, na sigla em inglês), Jericho continua vivo.

O pesquisador Brent Stapelkamp, que monitora o leão por meio de um colar com GPS, informou que os movimentos dele continuam normais e declarou que Jericho e Cecil chegaram a caçar juntos, mas não eram irmãos.

No sábado, 1º, a Força de Proteção do Zimbábue (ZCTF, na sigla em inglês) havia informado, em uma postagem no Facebook, que o irmão de Cecil, Jericho, também tinha sido caçado.

As autoridades do Zimbábue pedem a extradição do dentista americano Walter James Palmer, alegando que ele matou o leão Cecil de forma ilegal.

Neste final de semana, autoridades do Zimbábue também informaram que outro americano caçou de forma ilegal no país e matou um leão, usando arco e flecha, no mês de abril. As informações são da Associated Press.

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