Zona de defesa aérea chinesa gera apreensão, diz Biden

O vice-presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, afirmou nesta quinta-feira que a nova zona de defesa aérea da China está criando um clima de "apreensão" na região, mas disse que o governo chinês e o norte-americano estão tendo a oportunidade de estabelecer novas regras para a iniciativa.

AE, Agência Estado

05 de dezembro de 2013 | 02h14

Falando antes de executivos de empresas norte-americanas que fazem negócios na China, Biden afirmou que pediu que os líderes chineses se abstenham de tomar medidas que aumentariam ainda mais as tensões na região. Além disso, o vice-presidente norte-americano pediu que a China fosse "clara e direta" nas comunicações.

"A prosperidade depende de previsibilidade e de estabilidade", disse Biden. "Enquanto a economia da China cresce, a sua responsabilidade para garantir a estabilidade regional também aumenta", completou.

Além disso, Biden considerou que os governos da China e dos Estados Unidos têm interesses comuns em matéria de segurança regional e que eles podem estabelecer novas regras neste sentido.

"Será difícil, mas se acertarmos um novo plano, haverá um impacto profundo", afirmou o vice-presidente dos Estados Unidos, que ainda elogiou os esforços da China para criar uma reforma em sua economia. Fonte: Dow Jones Newswires.

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