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Al-Qaeda no Iraque convoca guerra santa contra EUA após eleições

Insurgente afirmou que eleições não serão reconhecidas e que ataques contra americanos continuarão

23 de março de 2010 | 18h29

Associated Press

 

BAGDÁ- O autodenominado líder de uma frente da Al-Qaeda no Iraque instou iraquianos a uma jihad (guerra santa) contra "ocupantes" norte-americanos após as eleições de 7 de março, as quais, segundo ele, deveriam ter sido boicotadas pelos sunitas, de acordo com um arquivo de áudio publicado nesta terça-feira, 23, em uma página de um grupo insurgente na internet.

 

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Na gravação de 24 minutos, Abu Omar al-Baghdadi afirmou que as eleições parlamentares e seus resultados não significam nada para os "mujahideen", ou combatentes sagrados, e o próximo governo não seria diferente do anterior.

 

"Nós anunciamos que as eleições não significam nada para nós, e nós continuaremos a atacar os ocupantes (americanos) e seus agentes até purificarmos a terra da sujeira", disse o militante.

 

Xiitas, que são maioria no Iraque, dominaram o governo desde a derrubada de Saddam Hussein, um sunita, em 2003.

 

Apesar das ameaças, 62% dos iraquianos compareceram às urnas no dia 7 de março. Ataques que ocorreram durante as eleições deixaram 36 mortos no país, a maioria na capital, Bagdá.

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