Oliver Weiken/Efe
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Após ofensiva, Netanyahu perde apoio mas ainda deve vencer eleição

Cessar-fogo assinado com o grupo palestino Hamas custou apoio ao premiê israelense, aponta pesquisa

Reuters

23 de novembro de 2012 | 07h49

TEL-AVIV - O descontentamento com o cessar-fogo que o primeiro-ministro israelense, Binyamin Netanyahu, acordou com o grupo palestino Hamas, que controla a Faixa de Gaza, custou-lhe apoio eleitoral antes das eleições de janeiro. Apesar disso, ele ainda deve vencer nas urnas, mostrou uma pesquisa divulgada nesta sexta-feira, 23.

 

A pesquisa do jornal israelense Maariv, a primeira desde a trégua que entrou em vigor na quarta-feira, mostrou que o partido recém-unificado de Netanyahu e do ministro de Relações Exteriores, Avigdor Lieberman, o Likud Beiteinu, levaria 37 das 120 cadeiras parlamentares na eleição do dia 22 de janeiro. A pesquisa realizada antes dos oito dias de conflito em Gaza sugeria que o partido levaria 43 assentos.

 

Segundo o levantamento, 31% dos israelenses aprovaram o cessar-fogo, enquanto 49% eram contrários à cessação da operação militar. Questionados se o Exército deveria ter reocupado Gaza, 41% disseram ser contra e 29% responderam a favor.

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