Bombas matam 13 e deixam mais de 50 feridos no Iraque

Três bombas explodiram nos arredores de Bagdá, matando 13 pessoas e deixando mais de 50 feridos, nesta quinta-feira, afirmaram fontes de hospitais e da polícia, nos mais recentes ataques de uma nova onda que desperta temores do retorno da violência sectária espalhada pelo Iraque.

REUTERS

28 de junho de 2012 | 09h29

No ataque mais violento desta quinta, pelo menos oito pessoas morreram e 30 ficaram feridas quando uma bomba em um carro estacionado explodiu na entrada de um mercado em Bagdá, no bairro de Washa, de maioria xiita, afirmaram fontes de um hospital.

Outro ataque com carro-bomba ocorreu em Taji, 20 quilômetros ao norte da capital, matando quatro pessoas e ferindo 20 nas primeiras horas da manhã, afirmou a polícia. O explosivo na cidade com predominância de sunitas mirava um prédio do governo, que ficou gravemente danificado.

Uma bomba na estrada que mirava patrulhas da polícia matou uma pessoa e feriu outras 5 em Abu Dsheer, área xiita no sul de Bagdá, informou a polícia.

A violência no Iraque caiu desde o seu pico em 2006 e 2007, mas insurgentes continuam capazes de realizar ataques letais.

Mais de 150 pessoas foram mortas em todo o país em junho, em um pico nos ataques que têm como alvo principalmente peregrinos e templos xiitas.

Facções xiitas, sunitas e curdos do Iraque estão envolvidas em disputas políticas desde a última retirada de tropas norte-americanas do país, em dezembro, que agravou as tensões.

(Reportagem de Kareem Raheem)

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