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Casa Branca afirma que ataque de Cabul não intimidará

Hillary Clinton classificou como 'covarde' o ataque à pensão que abrigava membros da ONU

Reuters,

28 de outubro de 2009 | 19h59

O governo dos Estados Unidos afirmou nesta quarta-feira, 28, que não se intimidará devido aos ataques terroristas à uma pensão que abrigava funcionários da ONU em Cabul, capital do Afeganistão. O incidente deixou seis mortos, entre eles um cidadão norte-americano.

 

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O porta-voz da Casa Branca, Robert Gibbs, condenou o ataque, dizendo que foi uma tentativa de inviabilizar as eleições presidenciais do Afeganistão, marcadas para o dia 7 de novembro. Gibbs garante que o atentado não afetará o pleito.

 

"Estamos confiantes de que a administração (afegã) terá condições de conduzir a eleição e os cidadãos do Afeganistão não ficarão frustrados", disse Gibbs aos repórteres.

 

Um atentando à bomba em um mercado de um bairro no Paquistão, afirmou o porta-voz, mostra até o quão longe os extremistas podem chegar e o tamanho do desafio para os Estados Unidos e para o Paquistão.

 

A secretária de Estado dos EUA, Hillary Clinton, em uma visita ao Paquistão, condenou a "covardia" do ataque realizado em Cabul. "Os Estados Unidos continua firme no propósito de auxiliar a ONU em seu importante trabalho de ajudar o povo afegão", disse Hillary.

 

A nova estratégia

 

O ataque em Cabul veio no momento em que o presidente Barack Obama está perto de adotar uma nova estratégia para a guerra no Afeganistão. Obama deve enviar mais 40 mil soldados ao país do Oriente Médio, visando atender um pedido do general Stanley McChrystal, comandante das tropas americanas no Afeganistão.

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