Casa Branca pede que incursão turca no Iraque seja breve

Exército turco afirma que 153 rebeldes foram mortos em confrontos no norte; 17 soldados também morreram

Associated Press e Reuters, REUTERS

25 de fevereiro de 2008 | 12h56

A incursão turca no norte do Iraque para tentar encontrar rebeldes do Partido dos Trabalhadores do Curdistão (PKK) que atacaram dentro da Turquia deveria ser limitada, afirmou a Casa Branca nesta segunda-feira, 25.   A Turquia iniciou uma incursão por terra na quinta-feira em uma parte remota da região iraquiana autônoma do Curdistão, para procurar rebeldes curdos. O PKK usou a região para planejar ataques na Turquia, como parte do objetivo de conquistar sua pátria no sul turco. "Obviamente não é uma situação ideal", disse a porta-voz da Casa Branca, Dana Perino, a jornalistas. "Nós esperamos que essa seja uma incursão de curto prazo, de forma que eles possam ajudar a lidar com a ameaça." A porta-voz disse que autoridades norte-americanas estavam em contato com o governo turco e elogiou o diálogo entre Ancara e líderes iraquianos sobre o problema. "A situação ideal seria que o PKK não existisse mais no Iraque", afirmou Perino.   Militares turcos afirmaram nesta segunda que pelo menos 41 rebeldes curdos foram mortos na operação no norte do Iraque, elevando para 153 o número de membros da guerrilha assassinados na incursão. Em comunicado, o Exército afirma que dois soldados morreram nesta segunda, subindo para 17 o número de militares mortos.

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