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Cidades israelenses ficam 'desertas' com o Yom Kippur

Período sagrado para os judeus é celebrado com o pacto de silêncio; só a Polícia e a emergência funcionam

Efe,

28 de setembro de 2009 | 13h45

Veículos não circulam no Yom Kippur. Foto: Associated Press  JERUSALÉM - As cidades israelenses amanheceram desertas nesta segunda-feira, 28, com o comércio fechado e sem veículos nas ruas por causa do Yom Kippur, o Dia do Perdão. Do entardecer de domingo até a noite desta segunda-feira, emissoras de rádio e cadeias de televisão nacionais estão sem programação. Os espaços aéreo e marítimo e as fronteiras estão fechadas.

 

Os portais de notícias da internet não estão operando, na maior parte deles nem mesmo as informações são atualizadas durante as 25 horas do chamado "Sábado dos Sábados", nas quais também não são abertas as lojas 24 horas que funcionam normalmente no restante do ano. Os únicos departamento em funcionamento são a Polícia e a emergência.

 

Os fiéis judeus dedicam Yom Kippur ao jejum e à oração, que se estendia do início da noite de domingo até as 18 horas locais (13 horas no horário dr Brasília) desta segunda-feira.

 

O ritual judaico é praticado há séculos com o pacto de silêncio durante o Período. Os automóveis costumam ficar nas garagens e muitos aproveitam as estradas vazias para fazer excursões de bicicleta.

 

As Forças de Segurança israelenses decretaram estado de alerta no norte do país. No ano passado, ocorreram enfrentamentos na cidade de Akko, entre as comunidades judaica e árabe, um membro desta última atravessou de carro em um bairro judaico.

 

Em Jerusalém, as forças policiais e do Exército controlam os acessos à parte árabe onde circulam veículos e interromperam as ruas para que os residentes não possam ir à parte judia. Nos últimos dias, dezenas de milhares de turistas judeus chegaram a Jerusalém para celebrar o Yom Kippur, orando em frente ao Muro das Lamentações,o lugar mais sagrado para o judaísmo.

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