Confrontos com supostos Al-Qaeda deixam ao menos 20 feridos no Iêmen

Patrulha que buscava por suspeito de integrar grupo insurgente foi atacada por bando armado

EFE

09 de junho de 2010 | 09h21

SANA - Pelo menos 20 pessoas, entre elas oito soldados, ficaram feridas nesta quarta-feira em confrontos no vale de Al Adida, no sul do Iêmen, durante operação realizada pelas forças de segurança para deter um suposto membro da Al-Qaeda.

 

Segundo fontes tribais e oficiais, uma patrulha do Exército que participava da operação de busca pelo suposto integrante do grupo terrorista foi atacada por um grupo de homens armados no vale, que fica a 50 quilômetros a oeste da cidade meridional de Marib.

 

Os militares buscavam Hassan al Aquili, que supostamente está ligado à morte do general Mohammed al-Shaif e dois de seus guarda-costas, no último dia 5.

 

Al-Sherif e seus dois seguranças foram mortos em uma emboscada quando passavam em um automóvel por uma estrada na região de Horeib, na província de Marib, a cerca de 190 quilômetros de Sana.

 

Como parte da operação de busca de Al Aquili, agentes da Polícia atacaram hoje com mísseis a residência do suspeito, mas a casa estava vazia.

 

Os moradores da zona responderam à ação policial com armas de fogo. No tiroteio, 12 pessoas, todas elas civis, ficaram feridas.

 

Segundo informaram fontes de segurança no último dia 5, os participantes da emboscada do comboio militar no qual viajava o general falecido pertenciam à tribo Obeida, de Marib, que, acredita-se, tem vínculos com a Al-Qaeda.

 

Iêmen, o país mais pobre da Península Arábica, se tornou um importante feudo da Al-Qaeda, que tem campos de treinamento no centro do país, segundo as autoridades iemenitas e o próprio grupo terrorista.

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