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Conselho da ONU conclui esboço de cessar-fogo em Gaza

Países árabes e potências ocidentais chegam a pré-acordo para texto que pode levar à trégua, diz embaixador

AP e Reuters,

08 de janeiro de 2009 | 19h59

Potências ocidentais e Estados árabes chegaram a um acordo sobre um esboço de resolução do Conselho de Segurança da ONU que pode conclamar um cessar-fogo imediato em Gaza, disse o enviado da Liga Árabe na organização nesta quinta-feira, 8. "Em princípio, há um acordo", disse o embaixador Yahya Mahmassani a jornalistas após um dia de negociações.   Veja também: É 'inaceitável' não poder distribuir ajuda em Gaza, diz ONU Brasil despacha ajuda; Amorim visitará Oriente Médio  'Crianças crescem em bunkers', diz brasileiro em Israel Hamas mata colaboradores e membros do Fatah, diz jornal Mísseis do Líbano contra Israel ameaçam 2º front da guerra Embaixador brasileiro no Egito fala da negociação entre Hamas e Egito  Especial traz mapa com principais alvos em Gaza  Linha do tempo multimídia dos ataques em Gaza  Brasileiros que vivem na região falam sobre o conflito Bastidores da cobertura do 'Estado' em Israel  Conheça a história do conflito entre Israel e palestinos  Veja imagens de Gaza após os ataques      O Conselho de Segurança da ONU marcou uma conferência para discutir a situação no Oriente Médio para as 20 horas (horário de Brasília) desta quinta, afirmou um porta-voz da ONU. A reunião a portas fechadas foi convocada enquanto países ocidentais e árabes discutiam o texto de uma possível resolução do conselho para exigir um cessar-fogo imediato em Gaza.    Os países árabes insistem que o Conselho de Segurança emita uma resolução compulsória que force Israel a por fim à campanha militar na Faixa de Gaza imediatamente. Israel opõe-se à ideia da aprovação pelo Conselho de Segurança de qualquer coisa sobre a crise em Gaza, seja ela uma resolução ou uma declaração não compulsória.       A delegação norte-americana também havia se oposto a uma resolução, mas diplomatas, que falaram sob a condição de anonimato, disseram que os EUA deixaram de lado suas objeções e estavam preparados para apoiar um texto que exigirá o que autoridades dos EUA descrevem como um cessar-fogo "duradouro."   Enquanto diplomatas debatiam sobre a possibilidade de uma resolução, a violência prosseguia na região. Israel seguiu com sua ofensiva contra militantes do Hamas na Faixa de Gaza.   Uma agência de ajuda humanitária da ONU anunciou que vai suspender as operações na região e disparos de foguetes a partir do Líbano feriram sem gravidade duas pessoas no norte de Israel.   Israel iniciou sua ação militar em 27 de dezembro com a tentativa declarada de impedir os ataques de foguetes palestinos nas cidades do sul israelense.   Funcionários de hospitais palestinos e de agências humanitárias dizem que mais de 700 já morreram, e que quase metade desse número era de civis.  

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