Depressão é maior em soldados dos EUA no Afeganistão, diz estudo

Aumento da missão iraquiana causa problemas relacionados as tarefas dos soldados até divórcios e separações

Efe,

07 de março de 2008 | 02h27

A moral dos soldados americanos no Iraque melhorou durante o ano passado, mas a depressão tornou-se mais comum entre as tropas que operam no Afeganistão, segundo um relatório médico do Exército divulgado nesta quinta-feira, 6. Os Estados Unidos mantêm atualmente cerca de 160 mil soldados no Iraque e aproximadamente 20 mil no Afeganistão. A subinspetora geral de saúde no Exército, a general Gale Pollock, informou que durante o segundo semestre do ano passado foram colhidas 2.279 respostas anônimas para uma pesquisa entre soldados e 350 de pessoal de atendimento médico no Iraque. No Afeganistão, 889 soldados e 87 membros do serviço médico militar responderam a pesquisa. Segundo o estudo, "os quadros de depressão foram maiores no Afeganistão do que no Iraque em 2007". No caso do Iraque, o aumento no número de meses de missão na zona de guerra foi vinculado diretamente a uma variedade de problemas, desde os relacionados com as tarefas dos soldados a planos de divórcio ou separações, que aumentaram a cada mês transcorrido. "Os relatórios de problemas de saúde mental aumentaram com o tempo, mas mostraram melhorias nos meses imediatamente prévios ao retorno para casa (...) isto provavelmente se deve ao otimismo", acrescentou.

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