Egito reforça fronteira com Líbia e a deixa aberta a refugiados

Os novos dirigentes do Egito reforçaram nesta terça-feira a fronteira com a Líbia e a deixaram aberta para permitir a passagem de milhares de pessoas que fogem dos tumultos decorrentes da revolta contra o líder líbio, Muammar Gaddafi.

ALEXANDER DZIADOSZ, REUTERS

22 de fevereiro de 2011 | 07h49

O Egito aguarda apenas a permissão das autoridades do tráfego aéreo líbio para enviar pelo menos quatro aviões para retirar seus cidadãos de Trípoli

O ministro de Relações Exteriores egípcio, Ahmed Aboul Gheil, pediu nesta terça-feira que a Líbia que conceda rapidamente a autorização para os voos e disse que a pista do aeroporto de Benghazi foi destruída nos tumultos.

"Sabemos que há entre 1 milhão e 1,5 milhão de egípcios na Líbia. Portanto, nós recomendamos a nossos cidadãos que fiquem em suas casas, saiam das ruas, armazenem água e comida", disse o chanceler Gheil.

O governo egípcio declarou a Líbia responsável pela segurança de seus cidadãos, depois que o filho de Gaddafi, Saif al-Islam acusou os egípcios de envolvimento nos protestos.

(Reportagem adicional de Marwa Awad, Dina Zayed, Tom Perry, Edmund Blai)

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