Eleições no Iraque foram cruciais para a democracia, diz Otan

Para secretário-geral da aliança, pleito contribuirá significativamente para o processo da reconciliação nacional

Agência Estado,

08 de março de 2010 | 09h22

O secretário-geral da Organização do Tratado do Atlântico Norte (Otan), Anders Fogh Rasmussen, elogiou nesta segunda-feira, 8, a eleição geral no Iraque como um "empreendimento crucial" para se construir um país verdadeiramente democrático. "Eu parabenizo o governo e o povo iraquianos pelas eleições" realizadas no domingo, afirmou Rasmussen, em comunicado divulgado na sede da Otan, em Bruxelas

 

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"Apesar das tentativas de extremistas violentos, essas eleições já representam outro empreendimento crucial para o desenvolvimento de um Iraque totalmente democrático", avaliou Rasmussen. "As eleições iraquianas contribuirão de modo significativo para o processo da reconciliação nacional, auxiliando o progresso político rumo à estabilidade do Iraque", afirmou o secretário-geral da Otan.

 

Milhões de pessoas votaram no domingo, apesar dos ataques com foguetes, morteiros e bombas que mataram 38 pessoas. Foi a segunda eleição parlamentar desde a invasão liderada pelos Estados Unidos, em 2003, que derrubou o ditador Saddam Hussein.

 

O primeiro-ministro Nouri al-Maliki, líder xiita que ajudou a conter o mortífero conflito sectário no país, aparecia como o mais bem colocado na apuração nesta segunda-feira.

 

A aliança militar não tem em princípio o papel de combater no Iraque, mas sim de atuar como uma missão de treinamento para ajudar os iraquianos a criarem Forças Armadas eficazes e, ao fim, conseguirem fazer sua própria segurança. As informações são da Dow Jones.

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