Em Auschwitz, ministro israelense critica Irã e antissemitismo

O vice-premiê israelense Silvan Shalom, usou na terça-feira uma visita ao campo de extermínio nazista de Auschwitz para lamentar a ascensão mundial do antissemitismo e para acusar o presidente iraniano, Mahmoud Ahmadinejad, de estimulá-lo.

REUTERS

21 de abril de 2009 | 17h45

Diante da notória inscrição "Arbeit macht frei" ("O trabalho liberta") no portão do campo, Shalom pediu aos judeus e seus simpatizantes que demonstrem unidade diante dos ataques de Ahmadinejad a Israel.

"Após 64 anos, ainda temos de lidar com o preconceito, com o ódio, com os que tentam fazer de tudo para destruir o Estado judeu, o Estado de Israel", disse Shalom aos participantes da Marcha dos Vivos, um evento anual.

Até 7.000 pessoas de todo o mundo participaram da caminhada entre Auschwitz e os crematórios de Birkenau, no sul da Polônia, como forma de homenagear os milhões de judeus mortos pelos nazistas durante a Segunda Guerra Mundial.

Na véspera, diversos delegados abandonaram em Genebra uma conferência da ONU sobre o racismo no momento em que Ahmadinejad proferia um discurso chamando Israel de "regime racista cruel e repressivo".

(Reportagem de Wojciech Zurawski)

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