Em Gaza, premiê do Egito denuncia ataques de Israel como 'agressão'

O primeiro-ministro do Egito, Hisham Kandil, em uma breve visita à Faixa de Gaza nesta sexta-feira, considerou os ataques de Israel ao território palestino como atos de agressão e disse que o governo egípcio vai negociar um cessar-fogo.

Reuters

16 de novembro de 2012 | 07h38

"O Egito não vai economizar esforços... para interromper a agressão e alcançar uma trégua", disse Kandil durante visita a um hospital de Gaza.

A violência continuou ao longo da fronteira Israel-Gaza durante a visita de três horas de Kandil.

Israel havia anunciado que pararia os ataques enquanto Kandil estivesse no enclave costeiro, desde que os militantes do Hamas fizessem o mesmo, mas os israelenses retomaram os ataques aéreos após disparos de foguetes palestinos contra o sul israelense.

O Egito, que atualmente tem um governo islâmico considerado ideologicamente próximo ao Hamas, já negociou tréguas anteriores entre Israel e militantes palestinos na Faixa de Gaza.

Kandil disse que o Egito, que assinou um tratado de paz com Israel em 1979, defende a criação de um Estado palestino tendo Jerusalém como capital.

(Reportagem de Nidal al-Mughrabi)

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