EUA e Líbia prometem investigação conjunta de ataque a consulado

Os presidentes dos EUA, Barack Obama, e da Líbia, Mohamed Magarief, conversaram por telefone na noite de quarta-feira e acertaram uma colaboração entre os dois países para investigar o ataque desta semana ao consulado norte-americano em Benghazi, segundo a Casa Branca.

Reuters

13 de setembro de 2012 | 09h51

"O presidente (dos EUA) deixou claro que devemos trabalhar juntos para fazer o que for necessário para investigar os autores desse ataque e levá-los à Justiça. Os dois presidentes concordaram em trabalhar em estreita proximidade no curso dessa investigação", disse a Casa Branca em nota.

Quatro funcionários diplomáticos dos EUA - inclusive o embaixador do país na Líbia - morreram no incidente de terça-feira. Aparentemente, o estopim do ataque foi um filme norte-americano ofensivo ao profeta Maomé, mas autoridades dos EUA não descartam a possibilidade de que a ação tenha sido planejada com antecedência.

Um protesto semelhante aconteceu no mesmo dia na embaixada dos EUA no Cairo. Obama telefonou para o presidente egípcio, Mohamed Mursi, para pedir mais empenho do Egito na proteção a instalações e funcionários diplomáticos.

"O presidente disse que rejeita os esforços para denegrir o Islã, mas salientou que nunca há justificativa para a violência contra inocentes e para atos que coloquem em risco pessoal e instalações dos EUA." (Reportagem de Lisa Lambert)

Tudo o que sabemos sobre:
LIBIAEUA*

Encontrou algum erro? Entre em contato

Comentários

Os comentários são exclusivos para assinantes do Estadão.

Tendências:

O Estadão deixou de dar suporte ao Internet Explorer 9 ou anterior. Clique aqui e saiba mais.