Explosão mata 4 soldados da coalizão americana no Afeganistão

Veículo de militares, cujas nacionalidades não foram reveladas, foi atingido por bomba colocada na rua

Associated Press,

24 de fevereiro de 2009 | 11h05

A explosão de uma bomba colocada na rua matou quatro soldados da coalizão americana no Afeganistão, informou o Exército americano nesta terça-feira, 24. Os militares morreram quando o veículo em que estavam foi atingido pela explosão durante uma patrulha noturna na província de Helmand, no sul do país. Um afegão que trabalhava com as forças de coalizão também morreu.   Veja também: Dossiê Estado: Afeganistão se converte na guerra de Obama   A porta-voz do Exército Elizabeth Mathias se recusou a informar a nacionalidade das vítimas. Em outro comunicado, o Exército anunciou que as forças de coalizão e afegãs mataram 16 militantes na província em resposta a tiros dos militantes. Não houve baixas no lado americano.   As províncias do sul do Afeganistão continuam como fortalezas do Taleban, mesmo após quase oito anos da derrubada do regime islâmico. Para tentar conter a violência, o presidente americano Barack Obama autorizou um reforço de 17 mil homens para as operações no país, somando-se aos 38 mil que já atuam na região.   Iraque   Ainda nesta terça-feira, pelo menos quatro soldados americanos e seu tradutor morreram atingidos por disparos de dois policiais iraquianos na cidade de Mossul, 400 quilômetros ao norte de Bagdá. Fontes da polícia disseram que o incidente aconteceu em pleno centro de Mossul, capital da província de Ninawa, pouco depois do meio-dia.   Por sua vez, a força militar multinacional posicionada no Iraque ainda não deu informações sobre o ocorrido. Segundo informações, os policiais que atiraram contra os militares fugiram logo após os disparos.   O local do ataque foi fechado pelas autoridades, que já deram início às buscas pelos dois agentes. Com a morte destes quatro soldados americanos, chegam a 4.254 os soldados dessa nacionalidade que morreram no Iraque desde a invasão militar de fevereiro de 2003.   (Com Efe)  

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