Forças iraquianas matam 14 homens armados e detêm outros 60

Segundo Ministério do Interior, as mortes e detenções fazem parte de operações em diferentes partes do país

Efe,

20 de janeiro de 2008 | 12h59

O Ministério do Interior iraquiano anunciou neste domingo, 20, que, nas últimas 24 horas, as forças de segurança mataram 14 supostos insurgentes e detiveram outros 60 em operações em diferentes partes do país. Segundo o departamento, oito dos homens armados morreram em confrontos com soldados iraquianos na província de Mosul, a norte de Bagdá, e seis "terroristas" perderam a vida em combates com as forças de segurança em diversas cidades do sul do país. A maioria das detenções aconteceu nas províncias de Salad ad-Din e Diayala, a norte e nordeste da capital, respectivamente. Outros três homens armados morreram neste domingo numa troca de tiros com milicianos sunitas do Conselho de Salvação (milícias sunitas pró-governo) na cidade de Samarra, 125 quilômetros ao norte de Bagdá, segundo fontes da Polícia iraquiana. Os três supostos insurgentes foram mortos depois de atacarem um posto de controle do Conselho de Salvação no centro da cidade de Samarra, segundo as fontes. Durante o tiroteio, um quarto homem armado, que ficou ferido, foi detido pelos milicianos sunitas. Também neste domingo, os Exércitos dos Estados Unidos e do Iraque iniciaram buscas por supostos combatentes perto da cidade de Balat (80 quilômetros a norte de Bagdá). De acordo com as fontes, seis pessoas, entre elas um líder do Partido Baath na cidade de Samarra, morreram na tarde de sábado, em duas ações violentas ocorridas na cidade. A Polícia disse que um grupo de homens armados matou ontem Rashid Nazif Yasef perto de sua casa no norte de Samarra. Além disso, cinco pessoas morreram e outras 24 ficaram feridas em um ataque com morteiros contra um grupo de civis xiitas que participavam da festa de Ashura na cidade de Balat, na província de Salad ad-Din. Segundo fontes policiais, oito projéteis caíram perto de um templo xiita, matando cinco pessoas, entre elas duas crianças e uma mulher que participavam das celebrações dessa data do calendário xiita, que lembra a morte do imame Hussein, neto do profeta Maomé, assassinado há 1.328 anos.

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