Forças leais a Gaddafi mataram diplomatas dos EUA, diz autoridade líbia

Uma influente autoridade líbia acusou apoiadores do ex-líder líbio Muammar Gaddafi, morto no ano passado, de realizar um ataque que matou o embaixador norte-americano na Líbia e outros três norte-americanos, em Benghazi, leste do país.

Reuters

12 de setembro de 2012 | 08h37

O vice-ministro do Interior, Wanis al-Sharif, disse em uma coletiva de imprensa em Benghazi que os agressores usaram granadas lançadas por foguetes.

"Haviam granadas lançadas por foguetes...o que mostra que havia forças que exploravam isso. Eles são resquícios do (antigo) regime", disse. A coletiva foi transmitida pela televisão Al Jazeera.

Sharif insinuou que os agressores poderiam estar agindo por vingança pela extradição do ex-chefe da inteligência de Gaddafi, Abdullah al-Senoussi, da Mauritânia este mês.

Gadaffi foi derrubado por forças rebeldes apoiadas pela força aérea da Otan em agosto de 2011 e morto em outubro, depois de passar meses como fugitivo.

(Texto de Andrew Hammond)

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