Gabinete inchado de Netanyahu gera críticas em Israel

O novo governo de Israel estava sob críticas na terça-feira, mesmo antes de ser empossado, por estar tão repleto de ministros em tempos de um aperto de cinto global que precisaria de uma mesa extra para abrigar todo o gabinete.

REUTERS

31 de março de 2009 | 07h52

O primeiro-ministro indicado Benjamin Netanyahu, agora líder de uma coalizão inclinada à direita, presidirá um gabinete com 30 ministros e 8 vice-ministros, depois que o governo for empossado mais tarde nesta terça-feira.

A inchada administração, dizem críticos, é resultado do excesso de promessas de postos para atrair aliados. A coalizão de centro-esquerda do atual premiê Ehud Olmert tem 27 ministros.

Um projeto de lei da oposição levada aos 120 membros do Knesset (o parlamento israelense) na segunda-feira propôs limitar o tamanho do governo.

O diário esquerdista Haaretz lembrou aos leitores que um membro do partido de direita Likud, de Netanyahu, já havia afirmado que qualquer número superior a 18 ministros seria "um desperdício do dinheiro público".

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