Governo egípcio atribui ataque no Sinai a agentes de Israel

A Irmandade Muçulmana, grupo ao qual pertence o novo presidente do Egito, Mohammed Mursi, afirmou em seu website que o ataque contra um posto policial na península do Sinai, no qual morreram 16 policiais, "pode ser atribuído ao Mossad" e foi uma tentativa de prejudicar Mursi.

Reuters

06 de agosto de 2012 | 14h36

Segundo o comunicado, o Mossad, agência de inteligência de Israel, estava tentando abortar o levante egípcio que derrubou o presidente Hosni Mubarak no ano passado e que "é imperativo revisar as cláusulas" do acordo entre Egito e Israel.

(Reportagem de Shaimaa Fayed)

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