Atef Safadi/Efe
Atef Safadi/Efe

Governo palestino está quase sem recursos, diz primeiro-ministro

Decisão de Israel de congelar impostos custou à Autoridade Palestina cerca de US$ 100 milhões

REUTERS

24 de novembro de 2011 | 13h19

OSLO - O primeiro-ministro palestino, Salam Fayyad, disse nesta quinta-feira, 24, que a Autoridade Palestina "se aproxima rapidamente do ponto de ficar completamente incapacitada" pela retenção de impostos que Israel teria de ter repassado ao governo palestino.

 

 

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Segundo Fayyad, a decisão de Israel de congelar os impostos sobre valor agregado coletados pelas autoridades israelenses em nome dos palestinos já custou à Autoridade Palestina cerca de 100 milhões de dólares desde que foi posta em prática, em 1o de novembro, após a agência cultural da ONU, a Unesco, ter concedido adesão plena aos palestinos.

O chanceler norueguês, Jonas Gahr Stoere, que estava ao lado de Fayyad na entrevista coletiva à imprensa, afirmou que a política israelense equivalia ao "afogamento" da economia palestina.

Fayyad também disse, como já havia feito anteriormente, que estaria disposto a renunciar se isso for necessário para ajudar na formação de um governo de reconciliação com o movimento Hamas, que governa a Faixa de Gaza.

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