Governos da UE concordam com novas sanções financeiras à Síria

Os governos da União Europeia concordaram na segunda-feira em impor sanções financeiras adicionais sobre o governo do presidente sírio, Bashar al-Assad, por causa da repressão aos protestos pró-democracia, afirmou um diplomata da UE.

REUTERS

28 de novembro de 2011 | 14h37

As novas medidas incluem a proibição sobre o suporte financeiro de longo prazo para o comércio, excluindo alimentos e remédios, e sobre empréstimos ao governo, tanto bilateral quanto proveniente de instituições financeiras internacionais.

Sob as novas medidas, a serem aprovadas formalmente pelos ministros das Relações Exteriores da UE na quinta-feira, as empresas europeias também serão proibidos de negociar dívida estatal síria.

Bancos da Síria também serão banidos de abrir filiais em países da UE ou investir em bancos europeus.

"Todas essas medidas visam cortar os fluxos financeiros para o governo sírio", disse o diplomata, falando sob condição de anonimato.

A decisão também vai ampliar a lista de pessoas, instituições e empresas que são alvo de congelamento de bens pela UE e as proibições de viagem em 12 pessoas e pelo menos 11 entidades.

(Reportagem de David Brunnstrom)

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